Claro, há a atualização deste quesito, mas felizmente o jogo não ficou preso apenas a isso: existem mudanças significativas em mapas e, além de novas modalidades, atualizações pontuais em mecânicas.
A primeira mudança que se percebe em “Counter-Strike: Global Offensive” (tomemos como base para comparações a versão “1.6” do jogo, uma das mais populares) é que a produtora resolveu modificar a estrutura de alguns mapas clássicos, como Inferno e Dust, por exemplo.
Em Inferno, a mudança limitou os Terroristas a apenas uma saída na base, pois a parte direita (um dos acessos ao corredor central) é fechada. Já em Dust o time ganha um caminho após a rampa, deixando de frente para o arco onde Contra-Terroristas costumam esperar os inimigos.
Outra alteração – bem-vinda, diga-se de passagem – é que ao comprar uma arma ela já vem com a munição completa.
Porém, muitos saudosistas vão torcer o nariz ao saber que agora as balas são repostas automaticamente no início de cada rodada, eliminando os cartuchos de munição da lista de compra dos dois times.
A essa altura, você pode se fazer a seguinte pergunta: “e a AWP?”. O clássico rifle de precisão continua no jogo e ainda é capaz de matar com apenas um tiro em boa parte das situações.
A única mudança real está na mira, que fica borrada enquanto o personagem se mexe – é preciso parar e esperar para que ela se estabilize novamente.
Sobre os modos de jogo, “Global Offensive” traz as clássicas opções de demolição e resgate de reféns. Além deles, há a adição do Corrida às Armas, que conta com mapas próprios para os combates.
Para favorecer o confronto direto e deixar as partidas mais dinâmicas, essas áreas são menores se comparadas a Dust e Aztec, por exemplo, e não permitem a compra de granadas.
Neste modo o jogador troca de arma conforme elimina os inimigos.
É preciso marcar 26 pontos para vencer, e a última ação é com a arma mais temida: a faca. O difícil é “operar” alguém em mapas pequenos se os demais estiverem com metralhadoras, pistolas e escopetas, mas fica aí o desafio da produtora.
Mesmo os antigos modos ganharam novo gás com a adição de equipamentos inéditos. O mais expressivo da lista é a bomba incendiária, que cria uma barreira de fogo que causa dano a quem passar por ela – e certamente você pode imaginar o estrago causado na estratégia dos Contra-Terroristas se ela for jogada perto da bomba ou dos reféns.
Se “Counter-Strike: Global Offensive” vai trazer novos jogadores para as arenas, só o tempo poderá dizer. Entretanto, aqueles que perderam várias tardes em lan houses podem investir no game sem medo, e esteja avisado: você dificilmente vai acessar o game para jogar apenas uma partida.
Com versões para PC (e Mac), PlayStation 3 e Xbox 360, o jogo será lançado em 21 de agosto por US$ 15, vendido exclusivamente via download.
"Após um certo período em beta fechado, Counter Strike: Global Offensive entra finalmente em open beta. 9000 keys serão distribuídas ao redor do mundo para usuários da Steam de Counter Strike: Source e Counter Strike 1.6.
Para tentar ganhar uma key é bem simples. Clique aqui (atenção, esse link abre o programa Steam no seu computador). Após responder um questionário e o desempenho do seu PC ser analizado, você será levado para mais um pequeno questionário no site oficial do jogo.
Lembre-se, é necessário ir até o final para poder participar da distribuição de keys.
Jogadores convidados por jogadores que já tenham ganhado keys de Counter Strike: Global Offensive irão ganhar keys também."


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